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18/01/2005 - Entidades querem mostrar à população como a volúpia do Estado em criar e majorar impostos sufoca a vida dos brasileiros
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A OAB-SP, o Sescon-SP (Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis de São Paulo) e a Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomercio) capitaneiam um movimento contra a excessiva carga tributária do Brasil, que tem como lema "Chega de abuso!".

Por meio de outdoors e filmes publicitários, as entidades pretendem mostrar à população que o grande peso dos impostos sufoca as atividades produtivas e limita a criação de novos postos de trabalho. Além disso, vão apresentar uma proposta de emenda constitucional (PEC) que visa reduzir o volume de impostos arrecadados de 40% para 20% do PIB (Produto Interno Bruto).

Antônio Maragon, presidente do Sescon, afirma que a luta por uma tributação mais justa tem sido a principal bandeira da entidade que dirige. "Assessoramos milhares de micros, pequenas e médias empresas e conhecemos os nefastos efeitos que a abusiva carga tributária provoca em todo o tecido social. É por isso que precisamos chamar a atenção a sociedade brasileira, para que, juntos, possamos mudar essa realidade", diz.

Rubens Medrano, primeiro-secretário da Fecomercio – entidade que congrega cerca de 150 sindicatos dos comércios atacadista, varejista e de serviços –, destaca que, além da carga tributária excessiva, há também uma enorme carga burocrática: "Não basta recolher os tributos, temos de informar que pagamos e justificar o montante pago".

Segundo Edson Bortolai, presidente da Comissão de Acompanhamento Legislativo da OAB-SP, existem hoje 52 tributos no Brasil, entre impostos, taxas, contribuições sociais, empréstimos compulsórios e outros, o que torna a carga tributária insustentável, assim como a burocracia em torno dela.

Luiz Flávio Borges D’Urso, presidente da OAB-SP, ressalta que de cada R$ 100 em riquezas produzidas no país, cerca de R$ 40 vão para o governo. "É preciso unir a sociedade civil organizada em torno desta campanha, para ganharmos força e exigirmos uma tributação mais justa em nosso país", declara.




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